quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Vagos sentidos na minha mente

Nada pra comemorar,
Nada pra querer lembrar,
Nada pra contar,
Nada pra me fazer sorrir,
Nada que de cor a minha vida,
Vida que se esqueceu no acinzentado do céu;

Que era azul quando mal compreendia tantas confusões sem explicação...


Nada
Nessa poesia que é a lagrima seca dos meus olhos insensíveis,
Olhos cansados de buscar um lugar de paz,
Olhos desenganados por falsos amores,
Que me tornaram o que sou hoje;
Poeta sem amor, mentindo pra mim mesma...


Ainda sim se nada me fizesse tão vítima de tudo o que vem e percebo desaparecer,
Tão culpada a ponto de não enxergar em que momento,
Talvez sobrasse algum verso,
Talvez um sorriso,
Talvez alguém;

Que me mostrasse como é a felicidade...


Schuan,08 de Setembro de 2011

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