sábado, 28 de abril de 2012

Minha visão ingrata da vida


Frágeis e imperfeitos,
De corpo e alma ludibriosas,
Indecisos vingativos,
Esperando e se enganando,
Se auto protegendo de seus erros,
Se auto adorando ao que seus olhos agradam...

Por dentro nada agradável,
Por fora buscando perfeição,
Se munindo por doces ilusões,
Dopando a mente de cruéis mentiras...

Visão ingrata, porém real...

Inevitáveis de imaginar
Sem maldade em minha realidade,
Opinião pobre sem qualquer reação da alma,
Por mais perdão eu morra implorando;

É o que penso dessa obra “carinhosamente” chamada de seres humanos...

Ursula,01 de Março de 2012



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